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Mostrando postagens de abril, 2012

Pode, não pode

Jornal O Estado do Maranhão           Vejam se se pode dormir com um barulho desses. Não, não falo do desrespeito à Lei do Silêncio, assunto que já abordei aqui. Falo da história de vilões e heróis alimentícios, de coisas que não se pode comer num dia e daí a algum tempo não só são liberadas para consumo corrente, mas tornam-se eficazes contra várias doenças e, até, preventivo de males a serem descobertos.           Uma vez comecei a fazer uma planilha com os nomes dos alimentos numa coluna e seus males ou benefícios em outra. Chocolate era o primeiro da lista. Na época, segundo os especialistas de televisão, deveria ser consumido em doses mínimas, pois causaria aumento de peso, pelo seu alto teor calórico, bem como do mau colesterol, por seus componentes gordurosos. Depois de pouco tempo, comecei a ver a falta de sentido em ter tanto trabalho. A relação cresceu rapidamente de modo a incluir quase tudo possível de se imaginar, levando-me à conclusão de que eu sempre estivera certo ao

Equívoco

                   A crônica que saiu no jornal O Estado do Maranhão de ontem, domingo, 15/4/2012, sob o título Fogo ou paranoia 2 , infelizmente não é de minha autoria, mas da companheira da Academia Maranhense de Letras, Ceres Costa Fernandes.           Coisas que acontecem em jornais, pela imensa pressão que é colocar todos os dias na rua um jornal da qualidade de O Estado.

Desordem cultural

Jornal O Estado do Maranhão           Li neste jornal o artigo Desordem urbana e criminalidade , do promotor de justiça Cláudio Cabral Marques. Ele apresenta ao público temas de grande importância e o faz com a experiência de quem vem dando reconhecida contribuição a sua discussão que, no entanto, poderá ter seu escopo ampliado se nela incluirmos fatores culturais como uma das causas da desordem civil em que vivemos nesta cidade.            Tomemos o exemplo de Brasília. Quando eu morava naquela cidade, a utilização da faixa de pedestres era tão perigosa quanto o é hoje em São Luís e ainda será por muito tempo. Mais tarde, quando voltei a passeio, depois de poucos anos de ausência, pude ver os veículos da capital do país a pararem civilizadamente nas faixas, dando prioridade aos pedestres. O segredo da mudança? Campanha de esclarecimentos à população numa primeira fase combinada na segunda com intensa repressão aos infratores. Quem acredita que o ser humano é como o selvagem de Rouss